Por que uma xuxinha tecida se comporta de outro jeito
A maioria das xuxinhas é cortada de tecido estampado, de modo que o desenho fica plano e a faixa é uniforme. Estas são cortadas de tecido feito em tear de pedais com trama suplementar, o que significa que o motivo fica em relevo e a faixa tem corpo. Franzi-la à mão em vez de plissá-la à máquina deixa as pregas propositalmente irregulares, de modo que a peça assenta com uma forma mais cheia e menos mecânica e segura cabelo grosso sem o aspecto achatado que uma faixa estampada ganha depois de alguns usos.
Catorze motivos, um mesmo objeto
A borboleta e a flor aparecem em rosa empoeirado, lilás e numa versão com debrum de renda; a fênix solitária em ametista e em ouro e azul; a flor de fênix por si só. As tecelagens de campo cultivado e campo de bênçãos — uma parcela vista de cima, dividida e plantada de pequenas flores — leem-se à distância de um braço como estampas suaves e contínuas, e são as mais fáceis de usar no trabalho. A geometria em azul pálido é a opção gráfica. O wanji lilás carrega o entrelaçado da fortuna sem fim, o mais difícil destes motivos de tecer de modo uniforme à mão. A andorinha violeta marca o regresso da primavera.
Usar, presentear e lavar
A US$ 29 são a porta de entrada da coleção e a peça mais comprada de três em três: uma para usar, duas para dar. Servem igualmente a cabelo grosso e fino porque é o franzido, e não o elástico, que faz a maior parte do trabalho: a faixa segura por atrito e volume em vez de tensão, e por isso deixa menos marca do que um elástico fino. Também viajam bem como presente, já que uma xuxinha não precisa de tamanho nem de explicação. Lave à mão em água fria com detergente suave, dê forma ainda úmida e seque na horizontal longe do calor; não torça a faixa, porque o núcleo elástico é costurado e não passado por dentro, e torcer com força pode romper a costura que segura o franzido. Mantenha-as longe do sol direto prolongado, como qualquer fio de tingimento vegetal, e a cor se mantém por anos.